Cientistas do amanhã

 

Um dos grandes desafios da educação brasileira é fazer com que a qualidade do ensino e da aprendizagem em ciências sejam mais eficientes. Segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), apenas 10% dos graduados em nível superior no país são formados em áreas relacionas às ciências e tecnologias.

O dado preocupa, já que a inovação tecnológica está na base da evolução da sociedade. Para contribuir e transformar essa realidade, a Fundação ArcelorMittal tem investido, desde 2015, em ações de educação científica. De lá para cá, mais de 8 mil estudantes e professores foram beneficiados em ações que fomentam a criatividade e a inovação. E, para consolidar este investimento, criamos o ArcelorMittal Ciências.

O novo programa funciona como um guarda-chuva que agrupa diversas iniciativas. Com foco na educação baseada no STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), a Fundação visa despertar a curiosidade dos estudantes para essas áreas. A proposta é viabilizar recursos e métodos educacionais diferenciados.

“A formação de cientistas e engenheiros do amanhã é uma das diretrizes para o desenvolvimento sustentável da ArcelorMittal e foco mundial da área de investimento social. Nossa ideia é oferecer novas possibilidades aos jovens, o que inclui uma possível carreira dentro do próprio Grupo. Desta forma, o ArcelorMittal Ciências posiciona nossa atuação social lado a lado às necessidades do negócio”, explica a analista de projetos da Fundação, Letícia Eulálio.

Abaixo, os projetos que integram o programa e como eles estão sendo realizados.

Formação de professores

Em parceria com universidades, a Fundação ArcelorMittal realiza a formação de professores do Ensino Fundamental, que são estimulados a aplicar experimentos que tenham relação com o currículo escolar e, assim, enriquecer o conteúdo abordado em sala de aula.

Ação com alunos

Os projetos com alunos têm o objetivo de despertar a curiosidade para a área científica e, a partir deste engajamento, melhorar o seu desempenho, buscando fomentar a mão de obra demandada pelo Grupo ArcelorMittal.

Como exemplo, temos o desafio do Concurso Pontes de Papel: de construir uma ponte capaz de suportar mais de 5 Kg usando apenas uma folha de papel cartão e cola. Nessa disputa, graduandos de engenharia atuam como mentores dos grupos de estudantes do 9º ano, que têm a oportunidade de ver na prática os conteúdos das ciências exatas.

A construção de uma ponte de papel que suporta até 5 Kg é o desafio do concurso Pontes de Papel.

A construção de uma ponte de papel que suporta até 5 Kg é o desafio do concurso Pontes de Papel.

“Muitos estudantes não têm perspectiva de um futuro acadêmico, mas o concurso é capaz de aproximá-los da universidade ao mostrar que há um mundo de possibilidades para a sua carreira. Eles ficam maravilhados com as tecnologias e se entusiasmam em continuar aprendendo cada vez mais”, conta Marconi Fonseca de Morais, responsável pelo Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

O Concurso Pontes de Papel começou em Juiz Fora (MG) a partir do apoio da Fundação ArcelorMittal ao Programa de Educação Tutorial de Engenharia Civil da UFJF. O sucesso foi tanto que, neste ano, ele será realizado pela segunda vez no município e pode ser levado para outros locais.

Visita às unidades

As unidades da ArcelorMittal abrem suas portas para a comunidade. Na ocasião, professores, alunos e universitários têm a oportunidade de conhecer os processos industriais da empresa. Isso contribui para a promoção da educação científica, já que os participantes podem ver, na prática, a ciência e suas tecnologias de forma aplicada.

Visita a espaços de ciências

Museus e centros de ciências podem estimular a curiosidade dos visitantes, oferecendo recursos que, muitas vezes, não existem nas escolas. Ao promover visitas a esses espaços, incluindo caminhões itinerantes de ciências, a Fundação ArcelorMittal contribui para a divulgação do conhecimento científico.

Em João Monlevade, um grupo de estudantes participou de atividade de observação astronômica, conduzida por monitores do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG). Por meio de um telescópio, os alunos aprenderam conceitos básicos de astronomia, apresentados de maneira lúdica, interativa e inovadora.

Estudantes de João Monlevade participaram de observação astronômica conduzida por monitores do Instituto Federal de Minas Gerais.

Estudantes de João Monlevade participaram de observação astronômica conduzida por monitores do Instituto Federal de Minas Gerais.

Apoios

A Fundação ArcelorMittal apoia, por meio de investimentos próprios e de recursos via leis de incentivo, inúmeras iniciativas. A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em Juiz de Fora, e a Oficina de Construção de Lunetas, em Osasco (SP), são exemplos dessas ações.

Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente

O Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente aposta no conhecimento científico como instrumento de promoção da educação ambiental. Por meio da criação de projetos de ciências sob a orientação dos educadores, os estudantes lidam com questões interdisciplinares e desenvolvem habilidades de investigação, pensamento crítico e colaboração.

Com o tema Meio Ambiente e Ciência: a energia na minha cidade, a proposta deste ano é desenvolver projetos que sejam aplicados em benefício da comunidade. Será uma oportunidade para as escolas trabalharem uma questão local e contribuir para um futuro sustentável.Conteúdo da Página

 

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